Câncer Colorretal

Avaliação, diagnóstico e tratamento

Atendimento especializado para pacientes com sintomas suspeitos, colonoscopia alterada, biópsia positiva ou indicação de avaliação cirúrgica.

Tem exame alterado ou suspeita clínica?

Leve colonoscopia, biópsia, tomografia, ressonância, relatórios médicos e lista de medicamentos. Esses dados ajudam a definir o próximo passo com mais segurança.

Avaliação Cirúrgica

Da suspeita ao plano de cuidado: o importante é definir o caminho correto.

Robotica XI

53,8 mil casos/ano

Estimativa do INCA para câncer de cólon e reto no Brasil, triênio 2026–2028.

2º mais frequente

Entre os tumores mais incidentes no Brasil, excluindo pele não melanoma.

Decisão individualizada

O tratamento depende do estágio, localização e características do tumor.

Por onde começar

Escolha o ponto mais próximo da sua situação

A página foi organizada para quem está investigando sintomas, recebeu exame alterado ou já tem diagnóstico confirmado.

1.

Estou com sintomas

Sangramento, anemia, dor abdominal, perda de peso ou mudança persistente do hábito intestinal.

Ver sinais →

2.

Tenho exame alterado

Colonoscopia, biópsia, tomografia, ressonância ou sangue oculto positivo.

 

Ver avaliação →

3.

Tenho diagnóstico confirmado

Avaliação do estágio da doença e definição da sequência de tratamento.

Ver tratamento →

4.

Quero entender cirurgia

Cirurgia colorretal, robótica, laparoscópica ou aberta em casos selecionados.

Ver cirurgia →

Quando investigar

Sinais que merecem avaliação médica

Esses sintomas podem ter causas benignas, mas também podem estar associados a pólipos, inflamações ou câncer colorretal. Quando persistem, se repetem ou vêm acompanhados de alterações em exames, devem ser investigados.

Sangramento nas fezes

Sangue vivo, escuro ou misturado às fezes merece atenção, especialmente se persiste.

Mudança persistente do hábito intestinal

Diarreia, constipação ou alternância entre os dois sem explicação clara.

Perda de peso sem explicação

Perda de apetite, fraqueza ou emagrecimento devem ser avaliados.

Colonoscopia, biópsia ou imagem alterada

Exames alterados precisam ser integrados a uma avaliação médica objetiva.

Diagnóstico e estadiamento

Como funciona a avaliação

O objetivo é confirmar o diagnóstico quando necessário, avaliar a extensão da doença e definir a sequência mais segura de cuidado.

1

Consulta e revisão do caso

Análise de sintomas, histórico, medicamentos, colonoscopia, biópsia e exames anteriores.

2

Colonoscopia e biópsia

A colonoscopia permite visualizar o cólon e o reto; a biópsia confirma o diagnóstico quando há lesão suspeita.

3

Exames de imagem

Tomografia, ressonância e outros exames podem ser usados para avaliar extensão local ou à distância.

4

Definição do plano

A conduta pode envolver cirurgia, tratamento complementar, acompanhamento ou avaliação multidisciplinar.

Planejamento

Tratamento

O tratamento depende do estágio, localização e características do tumor

O câncer colorretal pode exigir caminhos diferentes. Em muitos casos, a cirurgia faz parte do tratamento; em outros, podem ser necessários quimioterapia, radioterapia, imunoterapia em situações selecionadas ou tratamentos antes da cirurgia.

A prioridade é a qualidade oncológica, a segurança do paciente e a definição da sequência correta de tratamento.

1. Cirurgia

Pode ser indicada para remoção do tumor, conforme localização e estágio.

2. Quimioterapia

Pode ser usada antes ou depois da cirurgia, ou em casos avançados.

3. Radioterapia

Ultrassom, tomografia quando houver, relatórios de cirurgias anteriores e exames recentes.

4. Acompanhamento

Seguimento estruturado após o tratamento e conforme risco individual.

Cirurgia robótica

Robótica, laparoscopia ou cirurgia aberta: a técnica deve seguir o caso

A cirurgia robótica pode oferecer vantagens técnicas em situações específicas, principalmente em regiões profundas ou de maior complexidade. Porém, não é indicada para todos os pacientes.

A decisão entre cirurgia robótica, laparoscópica ou aberta deve considerar segurança, qualidade oncológica, localização do tumor, extensão da doença, hospital, equipe e condição clínica do paciente.

Dúvidas frequentes

Perguntas e Respostas


1. Sangue nas fezes pode ser câncer?

Pode ter várias causas, como hemorroidas, fissura, inflamações e pólipos, mas também pode estar associado a câncer colorretal. Quando persiste ou vem acompanhado de anemia, perda de peso ou mudança intestinal, deve ser investigado.

2. Qual exame confirma câncer colorretal?

A colonoscopia com biópsia é o principal exame para visualizar a lesão e confirmar o diagnóstico por análise do tecido.

3. Tenho colonoscopia alterada. Posso agendar avaliação?

Sim. Leve o laudo da colonoscopia, resultado da biópsia, exames de imagem e lista de medicamentos. Isso ajuda a definir o próximo passo.

4. Todo câncer colorretal precisa de cirurgia?

Muitos casos têm indicação cirúrgica, mas a sequência pode variar conforme localização, estágio e características do tumor. Alguns casos podem exigir quimioterapia, radioterapia ou avaliação multidisciplinar antes da cirurgia.

5. Cirurgia robótica é sempre melhor?

Não. A técnica deve ser escolhida conforme segurança, localização do tumor, experiência da equipe, estrutura hospitalar e qualidade oncológica. Cirurgia robótica, laparoscópica e aberta podem ter indicações diferentes.

6. Quando devo procurar avaliação?

Procure avaliação se houver sangramento nas fezes, anemia, perda de peso sem explicação, alteração persistente do hábito intestinal, dor abdominal frequente, exame alterado ou histórico familiar importante.

 

Fontes educativas usadas para os dados gerais da página.

INCA — Estimativa 2026–2028 de incidência de câncer no Brasil: gov.br/inca. INCA — rastreamento, FIT e colonoscopia: notícia INCA/MS sobre FIT. Esta página tem caráter educativo e não substitui consulta médica individualizada.

Médicos especialistas

Atendimento especializado com Dr. Rafael Pandini e Dra. Elis Oliveira

Avaliação médica, orientação clara e conduta individualizada para sintomas anorretais, intestinais e cirúrgicos.

Dr. Rafael Vaz Pandini Cirurgia Geral e Coloproctologia Oncologia, Endometriose, Doença inflamatória e Orificial

Dr. Rafael Pandini

CRM 171262 / RQE  95078 / RQE 96043

Médico cirurgião com atuação em coloproctologia, cirurgia geral, cirurgia colorretal, doenças intestinais, hérnias e condições anorretais.

Formação, títulos e atuação médica

• Doutorado em Gastroenterologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

• Residência Médica em Coloproctologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

• Residência de Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

• Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro

• Título de Especialista em Cirurgia Geral pela Colégio Brasileiro de Cirurgiões

• Título de Especialista em Coloproctologia pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia

• Complementação Especializada em Colonoscopia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

• Certificação Róbótica pela Intuitive e centro de treinamento Hospital Israelita Albert Einstein

• Médico assistente do grupo de Coloproctologia e Oncologia do HMVSC/ Hospital Israelita Albert Einstein

• Certificado pela Sociedade Internacional de Displasia Anal em anuscopia de alta magnificação

• Docente do curso de pós-graduação de cirurgia robótica em Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital Israelita Albert Einstein

Dra Elis Oliveira - médica cirurgiã

Dra. Elis Oliveira

CRM 199112 / RQE 14418

Médica cirurgiã com atuação em avaliação clínica, orientação ao paciente e acompanhamento individualizado de condições cirúrgicas e intestinais.

Formação, títulos e atuação médica

• Título de Especialista em Coloproctologia pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia

• Título de Especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões

• Pós Graduação e fellow em Robótica em Aparelho Digestivo pelo Hospital Israelita Albert Einstein

• Fellow em Fisiologia Anorretal pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP)

• Coloproctologista pelo Hospital Israelita Albert Einstein

• Residência Médica de Cirurgia Geral pela PUC-SP

• Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC- SP)

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